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PROTOCOLO DE RETORNO ÀS AULAS

PROTOCOLO DE RETORNO ÀS AULAS

 

  1. INTRODUÇÃO

A COVID-19, denominação da doença que é ocasionada pelo novo coronavírus (SARS-CoV-2) foi detectada pela primeira vez em novembro/2019, após relato de casos encontrados na cidade de Wuhan, na China. Os casos se espalharam rapidamente de Wuhan para o restante do mundo e em menos de dois meses, em 11 de março de 2020, a Organização Mundial de Saúde (OMS) já decretava a existência de uma pandemia de nível internacional (BRASIL, 2020).

A rapidez com que ocorre a disseminação deste vírus resultou em inúmeros óbitos, em mais de uma centena de países, sendo que os mais vulneráveis – considerados grupo de risco – são pessoas idosas, gestantes, imunodeprimidos, entre outros (BRASIL, 2020).

Anteriormente à COVID-19, o coronavírus já havia ocasionado duas epidemias:

  • SARS-CoV: conhecido simplesmente como SARS, foi identificado em 2002 na China e rapidamente gerou um surto mundial, com mais de oito mil casos confirmados e até meados de 2003 havia mais de 800 mortes (MERCK, 2020).
  • MERS-CoV: conhecida simplesmente como MERS, a síndrome respiratória do Oriente Médio foi identificada em 2012, incialmente na Jordânia e Arábia Saudita. Até o ano de 2018, contabilizava-se 2.220 casos confirmados e 790 óbitos, a maioria na Arábia Saudita, onde continuam a surgir novos casos (MERCK, 2020).

Esta alta transmissibilidade motivou a suspensão das atividades de diversos segmentos, em várias cidades e estados da Federação. Dentre estas atividades está o setor educacional, que teve a suspensão decretada inicialmente através do Decreto Estadual nº 4.230, de 16 de março de 2020 e Decreto Estadual nº 4.258, de 17 de março de 2020.

No Município de Londrina, a suspensão das atividades educacionais ocorreu inicialmente pelo Decreto Municipal nº 346, de 19 de março de 2020 e está mantida até 31 de julho de 2020, por força do Decreto Municipal nº 621, de 25 de maio de 2020.

Ciente que a escola possui um papel determinante na prevenção da pandemia e frente a autorização de retorno às atividades presenciais conferidas às Escolas particulares associadas ao SINEPE/NPR através de liminar concedida no Agravo de Instrumento nº 0057597-08.2020.8.16.0000, a ESCOLA atualiza seu Plano de Contingência contemplando as ações e medidas de segurança para a retomada das atividades.

O objetivo do Protocolo de retorno às aulas é manter as atividades presenciais da escola face aos possíveis efeitos desta pandemia, especialmente em casos de absenteísmo de professores, colaboradores e alunos, bem como as respectivas repercussões nas atividades escolares, no ambiente familiar e social de toda a comunidade envolvida.

Também é objetivo do plano a adoção de um conjunto de medidas e ações a serem desenvolvidas de modo articulado, preparando a Escola para o enfrentamento de situações que possam surgir, inclusive em caso de um eventual contágio.

Este Protocolo de retorno às aulasé dinâmico e poderá sofrer alterações na medida em que se constate a necessidade de outras ações visando a prevenção da COVID-19 dentro do ambiente escolar.

 

2. SOBRE A DOENÇA POR CORONAVÍRUS (COVID-19)

2.1. Agente Etiológico

O  coronavírus (CoV) é uma ampla família de RNA vírus que em humanos podem causar síndromes respiratórias e gastrointestinais. O novo coronavírus SARS-CoV-2 é uma nova cepa que ainda não havia sido previamente identificada em humanos.

2.2. Período de incubação

Segundo a Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS, 2020), o tempo entre a exposição à COVID-19 e o momento em que os sintomas começam (período de incubação) é geralmente de cinco a seis dias, mas pode variar de 1 a 14 dias.

2.3. Transmissão

Acredita-se que a disseminação do coronavírus, especialmente em ambiente escolar, possa ocorrer:

  • Pelo contato pessoal próximo com pessoas infectadas ou por meio de gotículas respiratórias advindas de tosse ou espirro de pessoas infectadas;
  • Ao tocar objetos ou superfícies contaminadas (celulares, mesas,maçanetas, brinquedos, teclados, etc) e em seguida tocar a boca, nariz ou olhos;

2.4. Período de transmissibilidade

O que se sabe é que a transmissibilidade dos pacientes infectados por SARS-CoV-2 ocorre entre pessoas em média 7 dias após o início dos sintomas.

2.5. Principais sintomas

Os principais sintomas da COVID-19 são semelhantes a uma gripe, como por exemplo:

  • Febre;
  • Tosse seca;
  • Coriza;
  • Falta de ar (dificuldade respiratória);
  • Dor de garganta;
  • Perda do olfato

2.6. Prevenir a transmissão do COVID-19

Existem medidas gerais e simples que podem ser seguidas por qualquer pessoa e consideradas eficazes na prevenção à transmissão de todos os vírus respiratórios, inclusive o coronavírus:

  • Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;
  • Evitar tocar nos olhos, nariz e boca antes de lavar as mãos;
  • Evitar contato próximo com pessoas com tosse, febre ou dificuldade respiratória;
  • Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência;
  • Utilizar a etiqueta respiratória sempre que tossir ou espirrar;
  • Permanecer em casa sempre que apresentar tosse, febre ou dificuldade respiratória.

  1. PLANO DE CONTINGÊNCIA

3.1 Elaboração

O plano de contingência apresenta uma estrutura estratégica e operativa que ajudará a minimizar os riscos de uma disseminação e, caso esta venha ocorrer, auxiliará no controle de uma emergência, reduzindo suas consequências negativas. Por isso, propõe uma série de procedimentos alternativos ao funcionamento normal da organização escolar, sempre que alguma das suas funções usuais se vê prejudicada por uma demanda interna ou externa.

Importante ressaltar que o plano definido pela Escola foi elaborado de acordo com as orientações técnicas advindas de entidades oficiais: Organização Mundial de Saúde/UNICEF, Ministério da Saúde, Autoridades Sanitárias do Estado e Município, Sociedade Brasileira de Pediatria, Sociedade Brasileira de Infectologia, entre outros.

3.2 Comissão de Monitoramento e de Crise

Cargo dentro da Comissão                              Responsável                                                          Suplente

Coordenação do Plano                             Marcia Ap. Storto (Diretora)                   Thiago Storto Pinheiro (Diretor Financeiro)

Membros Educação Infantil                Camilla Campana (Coordenadora)                 Rayssa Rodrigues de Oliveira (Professora) 

A Comissão de Monitoramento e Crise terá o papel de:

  1. Implementar e monitorar o Plano de Contingência, assim como as medidas estratégicas para a minimização de riscos frente na Escola;
  2. Divulgar o Plano de Contingência, as ações e medidas adotadas pela Escola para a prevenção da COVID-19;
  3. Reunir-se periodicamente para avaliação, a fim de discutir sobre pontos que possam representar riscos de transmissão da COVID-19;
  4. Acompanhar as informações sobre COVID-19 divulgadas em fontes oficiais, efetuando a atualização deste Plano de Contingência, quando necessário.

3.3 Definição das áreas de isolamento

Ciente de que apesar das medidas preventivas adotadas é possível a manifestação de sintomas compatíveis com a COVID-19 durante o horário de atividades escolares, a Escola estabelece “área de isolamento”, local em que o aluno ou colaborador poderá permanecer até a chegada de familiares ou de transporte para a locomoção do aluno e/ou colaborador. A área de isolamento tem o objetivo de impedir que outros integrantes da comunidade escolar possam ser expostos ou infectados, reduzindo assim o risco de transmissão da doença.

A área de isolamento será:

Educação Infantil e Berçário: Sala arejada, estrategicamente localizada próxima ao portão de saída da escola, a porta permanecerá fechada sempre que estiver sendo utilizada e dispõe de recipiente contendo álcool em gel 70%. Após sua utilização, a sala será higienizada e arejada.

3.1. Abrangência

Este plano é aplicável a toda a Escola, devendo ser respeitado por gestores, colaboradores, alunos e familiares.

3.2. Período

Considerando a previsão contida no Decreto Municipal nº 621/2020 e outros que vierem ser publicados mantendo a suspensão das atividades escolares de forma presencial, as medidas previstas neste plano terão início em 01 de agosto de 2020.

 

 

 

4. AÇÕES DESENVOLVIDAS

4.1. Gerais

  • Reduzir o número de alunos em sala de aula, a fim de possibilitar o distanciamento mínimo entre as carteiras em 1,5 metros, com desenvolvimento de atividades educacionais híbridas (presencial e virtual), quando necessário.
  • Ações educativas quanto à prevenção da COVID-19;
  • Adequação das rotinas / regras para entrada e saída de alunos, horários de intervalos e utilização de pátio ou áreas externas da escola;
  • Estimular atividades ao ar livre, respeitando o distanciamento;
  • Monitoramento quanto ao retorno de alunos e colaboradores pós COVID-19 (suspeita ou confirmado);
  • Elaboração e distribuição de materiais diversos e cartazes informativos à comunidade escolar;
  • Demarcação das áreas e de pontos de potencial aglomeração (corredores / relógios-ponto, cantina, recepções, entre outras) para permitir o distanciamento e o espaçamento entre as cadeiras;
  • Disponibilização de vários pontos de dispensação de álcool em gel (fixos em paredes, bancadas e bisnagas individuais);
  • Monitoramento de estoques de álcool em gel, sabão e outros itens necessários à higienização de mãos e ambientes, para garantir estoque de segurança;
  • Adequação das rotinas para realização de reuniões com familiares de alunos ou profissionais que atendem o aluno externamente (pedagogos, psicólogos, psicopedagogos, fonoaudiólogos etc.);

4.2. Recursos Humanos

4.2.1. Colaboradores em geral e os enquadrados em Grupos de Risco (Colaboradores com idade igual ou superior a 60 anos) ou colaboradores com comorbidades, gestantes, pessoas com deficiência, aprendizes com idade inferior a 18 anos

No período de suspensão das atividades presenciais a escola adotou medidas envolvendo:

  • Concessão de Férias (proporcionais);
  • Criação do banco de horas para futuras reposições de aulas;
  • Afastamentos (quando cabíveis);
  • Suspensão do Contrato de Trabalho;
  • Redução de jornada de trabalho (70%)

No caso dos colaboradores enquadrados em Grupo de Risco, com comorbidades, gestantes, pessoas com deficiência ou aprendizes, caso não seja possível a manutenção de atividades remotas, no retorno às atividades presenciais a escola procurará – dentro de sua possibilidade - o remanejamento do colaborador para local/atividade de trabalho para áreas não ligadas diretamente ao atendimento ao público ou contato direto com alunos.

Se o remanejamento não for possível, a escola orientará e exigirá a adoção de medidas preventivas complementares de forma contínua, como máscara, face shield, entre outras.

Em relação ao corpo docente, visando a redução do risco, a escola ainda procurará implementar as seguintes medidas:

  1. Concentração das aulas que o docente possui em cada turma em um único dia, evitando que num mesmo dia este docente tenha que circular em várias turmas;
  2. Negociação com outros empregadores do docente, a fim de tentar evitar que o docente circule em mais de uma escola por turno;
  3. Cancelamento ou reorganização de atividades que possam gerar aglomerações, tais como: festa do dia dos pais; festa do dia das crianças, feira de ciência etc.; estes eventos presenciais poderão ser substituídos por atividades virtuais;
  4. Cancelamento de atividades que exijam o contato físico (ex:educação física e musicalização);

4.2.2.  Capacitações (anexos 2 e 3)

  • Capacitação da equipe, alunos e familiares sobre o retorno das atividades educacionais, especialmente quanto às limitações de contato, fluxos de entrada e saída, intervalos, entre outras;
  • Capacitações contínuas de temas relacionados ao novo Coronavírus (SARS-CoV-2);
  • Elaboração de Cartaz com orientações sobre a lavagem das mãos e outras medidas protetivas.

 

4.2.3. Equipamentos de Proteção Individual

            Implantação e adequação das rotinas para utilização de EPI´s, incluindo o estímulo ao uso de máscaras e viseiras, exceto para crianças menores de 2 anos por contraindicação (SBP, 2020).

 

 

4.2.4. Outras Ações

  • Desenvolvimento de ações para atendimento de alunos com deficiência, especialmente daqueles que se encontrem em situação de vulnerabilidade por conta de suas comorbidades ou da própria deficiência;
  • Orientação a colaboradores e alunos para a vacinação contra INFLUENZA, com preferência para a tetravalente;
  • Monitoramento dos afastamentos e, nos casos de colaboradores, efetuar levantamentos estatísticos por função, locais de trabalho e possível fonte de contaminação.

5. ATUAÇÃO FRENTE A CASOS SUSPEITOS

5.1. Definição de casos suspeitos

Serão considerados suspeitos todos os casos em que o aluno ou colaborador apresentem um ou mais sintomas compatíveis com a COVID-19.

 

5.2 Ação da escola frente a um caso suspeito

A escola orientará alunos e colaboradores a não virem para o ambiente escolar se apresentarem quaisquer dos sintomas compatíveis com a COVID-19.

Mas se constatar que algum colaborador ou aluno, a princípio assintomáticos, começaram a apresentar sintomas compatíveis com a COVID-19 dentro do ambiente escolar, serão adotados os seguintes passos:

  1. Retirada imediata do colaborador ou aluno do contato com outras pessoas;
  2. Encaminhamento do colaborador ou aluno à sala de isolamento; em se tratando de aluno, deverá permanecer algum colaborador da escola, o qual deverá estar paramentado com máscara e evitar o contato físico;
  3. Acionamento de representante da Comissão de Monitoramento e Crise;
  4. Ligação para os familiares do aluno, a fim de que venham buscá-lo na escola;
  5. Ligação para familiares do colaborador para que venham buscá-lo na escola; caso não haja pessoa disponível, a escola providenciará transporte deste colaborador até sua residência;
  6. Orientar os familiares de alunos e colaboradores com sintomas de COVID-19 a buscarem auxílio médico, a fim de que possam confirmar ou afastar o diagnóstico de COVID-19.
  7. Monitoramento dos demais alunos e colaboradores que tiveram contato com o suspeito;
  8. Orientação aos colaboradores e familiares dos alunos que tiveram contato com o suspeito, para que mantenham monitoramento sobre possíveis sintomas fora do ambiente escolar;
  9. Higienização e arejamento da sala de isolamento;

 

5.2 Retorno de colaboradores ou alunos com casos suspeitos ou confirmados de COVID-19

Para segurança de toda a comunidade escolar, o retorno à escola de alunos ou colaboradores que tenham sido afastados por suspeita ou por confirmação de COVID-19 ocorrerá:

  1. No caso de suspeita, pela apresentação de atestado médico ou de exame com resultado negativo;
  2. No caso de confirmação, pela apresentação de atestado médico declarando que o colaborador ou aluno não se encontra em fase de transmissão da COVID-19 e pode retornar às atividades normais ou que indique expressamente o período em que deverá ser mantido em isolamento social.

 

6. REFERÊNCIAS

OMS/UNICEF. Principais Mensagens e Ações para a Prevenção do Coronavírus (COVID-19) em Escolas. Elaborado em Março/2020. Disponível em: https://www.unicef.org/brazil/comunicados-de-imprensa/covid-19-unicef-disponibiliza-orientacoes-globais-para-proteger-criancas-e-escolas. Acesso em 15.04.2020.

Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS). Folha Informativa COVID-19 (doença causada pelo novo coronavírus). Atualizada até 26.06.2020. Disponível em: https://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=6101:covid19&Itemid=875#incoubacao. Acesso em 27.06.2020.

Brasil. Ministério da Saúde. Coronavírus e COVID-19: O que você precisa saber. Disponível em: https://coronavirus.saude.gov.br/index.php/perguntas-e-respostas. Acesso em 27.06.2020.

Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP). Covid-19 e a volta às aulas. Disponível em: https://www.sbp.com.br/imprensa/detalhe/nid/covid-19-e-a-volta-as-aulas/. Acesso em 10.05.2020.

Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino do Norte do Paraná – SINEPE/NPR. Be-a-bá para as escolas e famílias em tempo SARS-Cov-2. Divulgada pelo SINEPE/NPR em maio/2020.

Ministério Público do Estado de Rondônia. Recomendação Conjunta nº. 01/2020/MPC/MPRO – Educação. Disponível em: https://g1.globo.com/ro/rondonia/noticia/2020/05/31/ministerio-publico-de-rondonia-faz-recomendacoes-para-momento-de-volta-as-aulas-presenciais.ghtml. Acesso em 01.06.2020.

Manual Merck de Informações Médicas. Coronavírus e Síndromes respiratórias agudas (COVID-19, MERS e SARS). [livro eletrônico]; atualização abr/2020; Merck Sharp & Dohme Corp., subsidiária da Merck & Co., Inc., Kenilworth, NJ, EUA: 2020. Disponível em https://www.msdmanuals.com/pt/casa/infec%C3%A7%C3%B5es/v%C3%ADrus-respirat%C3%B3rios/coronav%C3%ADrus-e-s%C3%ADndromes-respirat%C3%B3rias-agudas-covid-19,-mers-e-sars. Acesso em 20.05.2020.

 

ANEXO 1

PLANO DE AÇÃO:

 CLASSIFICAÇÃO DAS ÁREAS FÍSICAS DA ESCOLA:

LOCAIS PARA LAVAGEM OU HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS:

AÇÃO DA ESCOLA EM RELAÇÃO AOS AMBIENTES:

MEDIDAS PREVENTIVAS A SEREM ADOTADAS PELA ESCOLA, COLABORADORES, ALUNOS E FAMILIARES:

Srs. Pais: entendam que as cadeiras e carteiras utilizadas por seus filhos na Escola serão higienizadas antes de chegarem; no entanto, a MUDANÇA DE HÁBITO exige que seus filhos aprendam a fazer a higienização deles, com o auxílio do professor, sendo está uma atividade integrante da proposta educacional.

  1. OUTRAS AÇÕES ADOTADAS PELA ESCOLA PARA MINIMIZAR O RISCO DE TRANSMISSÃO:

  • RODÍZIO DE ALUNOS- NÃO SERÁ NECESSÁRIO
  • Para evitar aglomerações, a Escola reduziu quantidade de alunos em sala de aula.
  •  A turma do C2 será dividida em dois grupos: C2A e C2B;
  • A turma do P5 será dividida em dois grupos P5A e P5B;
  • Entendemos que alguns pais optarão por não enviar seus filhos, neste momento, para participar de aulas presenciais; por isso, a Escola realizará uma PESQUISA com cada família, para que estes possam optar pela atividade presencial ou remota. A família poderá futuramente mudar sua opção, MAS DEVERÁ AVISAR A ESCOLA com 72 horas ÚTEIS de antecedência, para possibilitar a reorganização das turmas.
  • Para atender as recomendações das autoridades sanitárias, a Escola REDUZIRÁ o número de alunos em sala, a fim de possibilitar o distanciamento mínimo de 1 metro e meio entre os alunos. Com isto, enquanto perdurar a pandemia, as turmas serão assim dimencionadas:

  1. A divisão de turmas neste momento  se tornou uma estratégia adequada para manter o distanciamento das turmas do C2 e P5, pois são as turmas que se mantiveram com um número maior de alunos.

  • ESCALONAMENTO DOS HORÁRIOS DE ENTRADA E SAÍDA:

Para evitar aglomeração nos horários de entrada e saída de crianças, SERÃO ALTERNADOS:

  • Os alunos só devem ser trazidos a escola no máximo 10 minutos antes do horário de entrada em sala de aula;
  • Na chegada, os alunos serão encaminhados diretamente para suas salas; e, na saída, a liberação da criança será feita do mesmo modo, tendo no máximo 10 min de tolerância após o horário de saída acima estabelecido para que os pais às busquem. Sabemos que esse horário apertado pode causar maiores filas no embarque e desembarque, mas é medida necessária a proteção de todos.
  • O interagir e brincar é muito importante, assim, a Escola internamente administrará atividades ao ar livre ou que permitam o desenvolvimento da parte lúdica, mas de forma escalonada; os alunos continuarão tendo seus momentos de descontração, porém cada turma em seu horário específico e com um rodízio diário destes espaços.
  • Para isto criamos um horário novo, estabelecendo espaços de uso para cada turma, privilegiando espaços de sala, espaços ludicos e espaços abertos, que serão utilizados por cada turma exclusivamente naquele dia e no dia seguinte passam a ser utilizados por outro grupo após higienização do espaço e dos brinquedos plásticos utilizados pela turma anterior.
  • Fechamos biblioteca, piscina de bolinhas e caixa de areia.

 

 

 

ANEXO 2

LAVAGEM DAS MÃOS

SETOR: TODOS OS COLABORADORES E ALUNOS

 

1. PROTOCOLO DE HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS

  • Ato simples e fundamental para prevenção e controle de infecções na escola, tais como: INFLUENZA, H1N1 e COVID-19.
  • Lavar as mãos com água e sabonete líquido, com técnica correta, pode interromper a cadeia de transmissão de infecção entre os membros da comunidade escolar.
  • Deve ser praticada ao chegar e antes de sair da escola, antes e após refeições/lanches, antes e após uso do banheiro e ao ter contato com outra pessoa (ainda que não intencional).
  • A higienização das mãos também deverá ser feita ao tocar a máscara, face, boca, nariz e olhos.
  • Devem ser retirados os acessórios que podem servir de reservatório para microorganismos (anéis, pulseiras, relógios de pulso), devendo estes serem evitados no ambiente escolar.
  • As unhas devem estar sempre aparadas, pois podem abrigar microorganismos causadores de infecção.
  • PRIORIZE A LAVAGEM DAS MÃOS, pois é o método mais seguro. Na impossibilidade de fazer a lavagem, higienize as mãos com álcool em gel 70%.

 

2. PASSO A PASSO HIGIENIZAÇÃO DAS MÃOS

1. Abrir a torneira com a mão não dominante e molhar as mãos, sem encostar-se à pia ou lavatório.

2. Ensaboar as mãos, friccionando a palma, o dorso, os espaços interdigitais, polegar, articulações, unhas e extremidades, dedos, punhos.

3. Enxaguar as mãos.

4. Fechar a torneira com o auxílio de papel toalha.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

ANEXO 3

ETIQUETA RESPIRATÓRIA

SETOR: TODOS OS COLABORADORES E ALUNOS

 

1. PROTOCOLO DE ETIQUETA RESPIRATÓRIA

  • A “etiqueta respiratória” é um ato simples e fundamental para prevenção e controle de infecções na escola, tais como: INFLUENZA, H1N1 e COVID-19, pois reduz de forma sensível a presença de gotículas no ar.
  • Lavar as mãos com água e sabonete líquido, com técnica correta, pode interromper a cadeia de transmissão de infecção entre os membros da comunidade escolar.
  • A higienização das mãos deverá ser feita SEMPRE que espirrar ou tossir.
  • PRIORIZE A LAVAGEM DAS MÃOS, pois é o método mais seguro. Na impossibilidade de fazer a lavagem, higienize as mãos com álcool em gel 70%.

 

2. PASSO A PASSO PARA A ETIQUETA RESPIRATÓRIA

1. Ao tossir ou espirrar, não utilize as mãos; cubra a boca e o nariz com um lenço de papel, que deve ser descartado no lixo imediatamente.

2. Não use lenço de tecido.

3. Se não possuir lenço de papel, use a parte interna do braço, na parte superior da manga da roupa.

4. Lave as mãos com água e sabão ou as higienize com álcool em gel 70%.

 

ANEXO 4

MANUAL DE LIMPEZA

SETOR: ZELADORIA/LIMPEZA

 

TIPOS DE LIMPEZA:

Limpeza de Setor Não Crítico (Limpeza de Rotina)

  • É o processo de limpeza diária de todas as áreas não críticas, objetivando a manutenção do asseio, o abastecimento e a reposição dos materiais de consumo diário (sabonete líquido, papel higiênico, papel toalha interfolhado etc.), a coleta de resíduos de acordo com a sua classificação, higienização molhada dos banheiros, limpeza de pisos, superfícies horizontais e equipamentos mobiliários, proporcionando ambientes limpos e agradáveis.
  • Essa limpeza deve ser realizada, ao menos, 1 vez ao dia.

Limpeza de Setor Semicrítico (Limpeza Especial)

  • É o processo de limpeza de todas as áreas semicríticas, objetivando a manutenção do asseio, o abastecimento e a reposição dos materiais de consumo diário (sabonete líquido, papel higiênico, papel toalha interfolhado etc.), a coleta de resíduos de acordo com a sua classificação, higienização molhada dos banheiros, limpeza de pisos, superfícies horizontais e equipamentos mobiliários, proporcionando ambientes limpos e agradáveis.
  • Essa limpeza deve ser realizada, ao menos, 2 vezes ao dia (1 x por turno).

Limpeza de Setor Crítico (Limpeza Intensificada)

  • É o processo de limpeza e/ou desinfecção de todas as áreas críticas, objetivando a redução da sujidade e, consequentemente, a redução da possibilidade de contaminação ambiental.
  • Compreende também o asseio, o abastecimento e a reposição dos materiais de consumo diário (sabonete líquido, papel higiênico, papel toalha interfolhado etc.), a coleta de resíduos de acordo com a sua classificação, higienização molhada dos banheiros, limpeza de pisos, superfícies horizontais e equipamentos mobiliários, proporcionando ambientes limpos e agradáveis.
  • É realizada periodicamente, de acordo com o plano de ação estabelecido, sendo ao menos 4 vezes ao dia (2 x por turno), com horário pré-estabelecidos em cronograma.
  • Inclui todas as superfícies e mobiliários. Portanto, é realizada em todas as superfícies horizontais e verticais das áreas críticas, infraestrutura e área comum.

MÉTODOS E EQUIPAMENTOS DE LIMPEZA DE SUPERFÍCIES

Limpeza Manual Úmida

  • Realizada com a utilização de rodos, mops ou esfregões, panos ou esponjas umedecidas em solução detergente, com enxágue posterior com pano umedecido em água limpa.
  • No caso de pisos é utilizado o mesmo procedimento com mops ou pano e rodo.
  • Esse procedimento é indicado para a limpeza de paredes, divisórias, mobiliários e de equipamentos de grande porte.
  • Panos e mops utilizados na limpeza devem ser encaminhados para lavagem com produtos adequados para higienização (deixar de molho em hipoclorito de sódio 0,5%) e guardados secos por medidas de higiene e conservação.
  • É importante ressaltar que a limpeza úmida é considerada a mais adequada e higiênica.

Limpeza Manual Molhada

  • O procedimento consiste em espalhar uma solução detergente no piso e esfregar com escova ou esfregão, empurrar com rodo a solução suja para o ralo, enxaguar várias vezes com água limpa em sucessivas operações de empurrar com o rodo ou mop para o ralo.
  • Esse procedimento é indicado para banheiros.
  • Panos e mops utilizados na limpeza devem ser encaminhados para lavagem com produtos adequados para higienização (deixar de molho em hipoclorito de sódio 0,5%) e guardados secos por medidas de higiene e conservação.

Limpeza com máquina de lavar tipo enceradeira automática

  • É utilizado para limpeza de pisos com máquinas que possuem tanque para soluções de detergente que é dosado diretamente para a escova o que diminui o esforço e risco para o trabalhador.

Limpeza Seca

  • Consiste-se na retirada de sujidade, pó ou poeira, mediante a utilização de vassoura (varreduras seca), e/ou aspirador.
  • A limpeza com vassouras é recomendável em áreas descobertas, como estacionamentos, pátios etc. Já nas áreas cobertas, se for necessário a limpeza seca, esta deve ser feita com aspirador.

FREQUÊNCIA QUE DEVERÁ SER REALIZADA A LIMPEZA:

 MÉTODO E TÉCNICA:

PROCEDIMENTO:

PROTOCOLO DAS ETAPAS DOS PROCEDIMENTOS:

 

ESPANAÇÃO

- Material (Panos macios, baldes, água, equipamentos de proteção individual)

Separar todo material que será utilizado e levá-lo para área a ser limpa.

Umedecer o pano no balde com água, torcê-lo para retirar o excesso da solução.

Cada vez que verificar presença de sujidade lavar o pano mergulhando-o no balde para lavar.

Esfregar o local com movimentos longos e retos, segurando o pano frouxamente de maneira que absorva mais facilmente a sujidade.

Começar sempre limpando de cima para baixo

Procurar as manchas de sujeira mais fixadas sobre as superfícies e remova-as completamente.

Utilizar solução desinfetante nas áreas criticas e semi-criticas.

Verificar a harmonia do local antes de sair.

Lavar e guardar todo material de limpeza.

Lavar e pendurar os equipamentos de proteção individual.

 

VARRIÇÃO

- Material (balde, esfregão, mops, água, equipamentos de proteção individual, sinalização de segurança).

A varrição úmida deve ser feita diariamente e mais intensamente nas áreas de

maior tráfego. Não utilizar vassoura nas salas de aula e ambientes fechados, evitando a suspensão de partículas contaminantes.

Separar todo material que será utilizado e levá-lo para área a ser limpa.

Remover móveis, utensílios ou equipamentos do local se necessário.

Molhar o esfregão na água e remover o excesso de água.

Aplicar sobre o piso, uma linha reta começando a limpeza do extremo da área, trabalhando progressivamente em direção a saída, sempre em linhas paralelas.

Utilizar o identificador de piso molhado, evitando circulação de pessoas na área a ser limpa.

Inspecionar seu trabalho, o piso não deve possuir vestígios de poeira ou resíduos.

Utilizar o equipamento de proteção individual, na execução do trabalho. Após o seu uso lavar e pendurar para secar.

Escolher o horário de menor tráfego para realizar a operação, evitando acidentes.

 

LAVAGEM

-Material (pano de chão lavado e limpo, balde, rodos, máquinas elétricas ou vassoura de piaçava, água, solução detergente e desinfetante, equipamentos de proteção individual, sinalização de segurança)

Retirar o mobiliário do local sempre que possível e iniciar o procedimento.

Despejar uma quantidade de água e sabão, procedendo a esfregação em sentido lateral com uso de máquina ou vassoura.

Esfregar toda a extensão traçando linhas paralelas.

Remova a água e o sabão com rodo e sear inicialmente com mop, torcendo o excesso em um balde. Evitar que a solução corra para outras dependências.

Proceder ao enxágue.

Secar com rodo e mop limpo e seco.

Os cantos devem ser limpos com vassouras, pois as máquinas não chegam até o mesmo.

Lavar sempre as dependências do fundo para a porta com exceção dos banheiros que devem ser lavados da entrada para o fundo.

 

LIMPEZA DE TETOS

Utilize óculos de proteção ou máscara de proteção facial, para realizar a limpeza do teto. A operação deve ser realizada antes de qualquer outra, respeitando sempre a ordem de cima para baixo e do fundo para a porta. Limpe os cantos removendo as teias de aranha ou outras sujeiras visíveis.

- Material (escada, rodo, pano limpo, água, luvas, óculos de segurança)

Com o material no local subir na escada com um pano umedecido em água.

Dobrar o pano em quadrados para obter mais faces de limpeza ou envolve-lo em um rodo.

Fazer o uso da aplicação das linhas paralelas de forma que toda a área seja limpa.

Trocar a água da limpeza sempre que necessário.

Inspecionar seu trabalho, lavar e guardar todo material utilizado no local indicado

 

LIMPEZA DE JANELAS

- Material (baldes, panos macios, esponjas, rodo de mão, escada, equipamento de proteção individual, óculos de segurança)

Remover os acessórios da janela (telas protetoras). Escovar ou lavar as telas.

Limpar o peitoril da janela, por dentro e por fora com pano úmido.

Limpar a janela primeiramente por fora com esponja e agente de limpeza.

Ao terminar a limpeza externa inicie a limpeza interna.

Comece a limpeza do alto a esquerda do vidro da janela e mover a sua mão para a direita. Quando alcançar o lado direito, volte para a esquerda, ligeiramente abaixo e continuar a limpeza dessa forma.

Utilizar pano macio para secagem. Realizar os mesmos movimentos recomendados para lavagem.

Inspecionar seu trabalho, limpe e guarde todo material.

Lavar os equipamentos de proteção individual e guarda-los de forma adequada.

 

LAVAGEM DE PAREDES

Verificar o tipo de revestimento das paredes e adotar a técnica correta

 

Parede de Pintura Lavável

- Material (baldes, panos macios, luvas, escadas, escova macia, solução detergente/desinfetante, equipamento de proteção individual, óculos de segurança)

Retirar o pó com rodo envolto com pano úmido de cima para baixo.

Utilizar escada para limpeza.

Mergulhar outro pano na solução de limpeza, torcendo para retirar o excesso.

Passar o pano com auxílio de um rodo em linhas paralelas, sempre de cima para baixo.

Caso haja manchas na parede, utilizar escova macia com solução de limpeza no local.

Encher um balde com água limpa para enxaguar, mergulhando o pano na água, torcendo-o para retirar o excesso. Realizar o enxágue, com pano úmido, repetindo a ação.

Repetir a operação com um pano limpo quase seco com movimentos retos de cima para baixo em toda a área, a fim de secá-lo.

Inspecionar seu trabalho, limpar e guardar todo material.

Para facilitar o trabalho, e evitar longos movimentos paralelos, dividir imaginariamente a parede ao meio, limpando primeiro a parte mais alta.

 

Parede Revestimento Cerâmico

- Material (baldes, panos macios, luvas, escadas, escova macia, solução detergente/desinfetante, equipamento de proteção individual, óculos de segurança)

Colocar a solução de limpeza em um balde (água e sabão).

Mergulhar a esponja na solução, esfregando-a em movimentos únicos.

Iniciar a operação pela parte mais alta.

Enxaguar com pano embebido em água executando movimentos retos de cima para baixo.

Após a limpeza aplicar solução desinfetante com auxílio de um pano, realizando movimentos paralelos de cima para baixo.

Inspecionar seu trabalho e limpar todo material.

Guardar os utensílios utilizados.

 

LIMPEZA DE PORTAS

Realizar essa operação após a limpeza das paredes.

- Material (baldes, panos macios, luvas de borracha, solução de limpeza)

Iniciar a operação com o material no local.

Com auxílio de um pano umedecido, remover o pó da porta em movimentos paralelos de cima para abaixo.

Aplicar a solução de limpeza com outro pano.

Remover o sabão com pano umedecido.

Inspecionar seu trabalho e guardar o material de trabalho.

Evitar aplicar produtos em dobradiças e fechaduras

Limpar bem as maçanetas com soluções desinfetantes.

 

LIMPEZA DE PIAS

- Material (solução desinfetante e solução detergente, esponja abrasiva, luvas de borracha, jarro, pano macio)

Juntar o material e levá-lo a área desejada.

Coloque as luvas de borracha

Molhar a esponja na solução de limpeza.

Esfregue toda a pia, inclusive colunas e torneiras.

Enxaguar a pia e o lavatório com água da própria torneira (utilize um jarro).

Utilizar escovas de cerdas para remoção da sujeira aderida.

Executar movimentos da extremidade para o centro da cuba.

Lavar e guardar o equipamento de proteção individual utilizado.

 

LIMPEZA DE SANITÁRIOS

- Material (baldes, solução detergente e desinfetante, esponja e/ou escova, luvas de borracha, pano e vassoura, equipamento de proteção individual)

Calçar luvas de borracha.

Levantar a tampa dos vasos e puxar a descarga.

Despejar hipoclorito de sódio a 0.5% dentro e nas bordas do vaso.

Esfregar cuidadosamente todo o interior do vaso com vassoura devendo atingir o mais fundo possível. Deixar em contato por 10 minutos, enquanto realiza a limpeza dos lavatórios.

Puxar a descarga para enxaguar o interior do vaso.

Remover a sujeira aderida, usando vassoura com saponáceo, até atingir a  limpeza desejada.

Lavar a parte externa do vaso esfregando com um pano ou esponja molhados na solução detergente, tomando especial cuidado com as dobradiças.

Enxaguar bem o vaso e o assento com jarro.

Puxar a descarga para o enxague final do interior do vaso.

Aplicar na parte externa do vaso a solução desinfetante.

Despejar pequenas quantidades do desinfetante dentro do vaso.

 

LIMPEZA DE MÓVEIS E UTENSILIOS DE AÇO CROMADOS E FÓRMICAS

Superfícies diferentes dos moveis seguir a técnica básica de limpeza geral.

Pano macio e solução de água e sabão neutro em balde.

Utilizar esponjas macias ou escovas de cerdas macias para remoção da sujidade aderida.

Realizar fricção com leve pressão, utilizando sempre sentido único nos movimentos.

Remover com pano macio úmido, trocando a fase do pano e trocando a água quantas vezes forem necessárias, até que a água esteja limpa.

Realizar a desinfecção com álcool 70% quando for recomendado.

 

PRODUTOS DE LIMPEZA E DESINFECÇÃO

- A utilização de produtos de limpeza e de desinfecção, quando for o caso, precisa estar de acordo com as determinações da instituição e recomendações técnicas. A sua seleção também deverá considerar os seguintes critérios:

- Natureza da superfície a ser limpa ou desinfetada, e se pode sofrer corrosão ou ataque químico.

- Tipo e grau de sujidade e sua forma de eliminação.

- Tipo de contaminação e sua forma de eliminação, observando microrganismos envolvidos.

- Qualidade da água e sua influência na limpeza e desinfecção.

- Método de limpeza e desinfecção, tipo de máquina e acessórios existentes.

- Medidas de segurança na manipulação e uso. Caso o germicida entre em contato direto com colaborador, considerar a irritação dérmica e toxidade.

 

Produtos Químicos

- Todos os produtos químicos apresentam algum risco para quem os manuseia.

- O ideal é que a empresa responsável pelo fornecimento oriente e treine os usuários, demonstrando como utilizar corretamente e sem riscos para a saúde e/ou para as áreas a serem limpas, com o uso de medidas simples como a utilização de EPI (Equipamento de Proteção Individual).

- Em qualquer diluição de produtos concentrados, os usuários devem seguir as orientações do fabricante para obter o resultado esperado. As diluições devem ser feitas com muito cuidado, evitando respingos de produtos concentrados, tanto no auxiliar de limpeza como no ambiente onde está sendo feita a manipulação. Alguns produtos, principalmente os concentrados, podem causar irritação na pele, olhos, mucosas e até queimaduras nos operadores. Deve-se estar atento às dosagens recomendadas, uma vez que nas dosagens manuais podem ocorrer erros na diluição, o que inclusive compromete a eficácia do produto. O recipiente onde está sendo diluído o produto deve estar limpo e ser lavado entre a diluição de um produto e outro. As diluições devem ser feitas sempre acrescentado ao produto água e não ao contrário, é obrigatório utilizar sempre um dosador para proceder à diluição.

- O armazenamento deve ser feito em locais onde a temperatura ambiente não apresente calor ou frio excessivos, distante de crianças e animais e/ou conforme outras orientações do fabricante, além de sempre estarem devidamente identificados. Produtos são conhecidos por seus nomes e não por suas cores. Um cuidado adicional é o de armazenar a solução de uso em recipientes fechados, evitando a contaminação do mesmo.

- Engano comum no manuseio de produtos químicos para limpeza é achar que misturar produtos aumenta eficácia, o que não é verdade. Essa mistura pode produzir gases tóxicos, níveis de calor perigosos, danos à saúde e ao meio ambiente, sem contar que a mistura pode neutralizar os produtos, invalidando a aplicação.

 

PROTOCOLO DO USO DE EPI

EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL - EPI

- A escolha do EPI dependerá do procedimento a ser realizado pelo profissional.

- Os EPI não descartáveis são de uso individual. Quando for atingido por sangue/secreções, deve ser higienizado após o uso. Diariamente os calçados, luvas e avental de borracha, devem ser lavados, desinfetados com hipoclorito de sódio a 0.5%, secos e armazenados em local arejado.

 

6. PROTOCOLO DE COLETA DE LIXO

Recolher o lixo antes de qualquer tipo de limpeza.

As lixeiras deverão ser esvaziadas ao atingir 2/3 de sua capacidade.

Lavar as lixeiras diariamente e sempre que necessário.

O lixo deve ser recolhido sempre que for necessário.

Acondicionar o resíduo comum (Resolução 306-ANVISA e 358 CONAMA) em saco plástico nas cores verde, azul ou outra cor que a escola recomendar.

A escola que adotar o sistema de reciclagem, acondicioná-los em sacos nas cores determinadas.

Manter os recipientes de lixo em locais afastados do tráfego de pessoas e fechados.

Não colocar sacos de lixo pelos corredores, os mesmos devem ser armazenados nos locais apropriados.

Não desprezar o conteúdo de um saco de lixo em outro saco maior.

O carrinho que transporta o lixo não deve ser deixado nos corredores e nem em outro local de acesso a alunos, colaboradores e ao público.

No caso de haver derramamento de resíduos no piso ou em outra superfície, o mesmo deverá ser removido. Em seguida, proceder a técnica de limpeza do local, seguida por desinfecção quando necessário.

 

Descrição dos tipos de resíduos:

 

PRINCÍPIOS BÁSICOS NA OPERACIONALIZAÇÃO DO PROCESSO DE

LIMPEZA

- Utilizar equipamento de proteção individual (EPI), sempre.

- Começar do ambiente com menor risco de contaminação para o maior risco de contaminação.

- Iniciar a limpeza pelo teto ou áreas mais altas.

- Proceder a varredura úmida.

- Corredores: dividir corredor ao meio, deixando um lado livre para o trânsito de pessoal enquanto procede a limpeza do outro.

- Usar a técnica de dois ou três baldes:

 

Área crítica, usar três baldes:

- Balde 1: Água pura;

- Balde 2: Água e sabão;

- Balde 3: Com solução padronizada desinfetante (hipoclorito de sódio a 0,5%);

 

Área semicrítica e não-crítica, usar dois baldes:

- Balde 1: Água pura

- Balde 2: Água e sabão.

 

- Limpar em único sentido, de cima para baixo e em linhas paralelas, nunca em movimentos de vai e vem.

- Nos banheiros, lavar por último o vaso sanitário, onde será desprezada toda água suja (contaminada).

- Todo material usado para limpeza (baldes, panos, vassouras etc.), deverá ser limpo e guardado em local apropriado.

- Não utilizar material de limpeza de pisos e banheiros, na limpeza de móveis e de outras superfícies.

- Ao término da limpeza de cada área, o material deverá ser lavado em água corrente, com detergente neutro, assim como proceder à troca da água e/ou da solução utilizada.

- Manter todos os pisos higienizados.

- Os equipamentos metálicos ou de madeira, devem ser limpos com água e pano úmido, usando detergente álcool em gel 70%, conforme a necessidade.

- Os equipamentos elétricos e eletrônicos devem ser limpos com pano seco.

- Os corredores devem ser limpos após todas as outras superfícies.

- As águas devem ser renovadas de sala para sala, os panos devem ser higienizados de superfície para superfície.

- Não tocar em maçanetas, telefones ou superfícies limpas calçando as luvas de trabalho.

 

 

A ESCOLA